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PARASHÁ VAETCHANAN – PORÇÃO SEMANAL DA TORAH

VAETCHANAN (E SUPLIQUEI): Deuteronômio 3:23 - 7:11

INTRODUÇÃO: Deuteronômio 3:23-28

Esboço:
O sim e não do Eterno.
Até o não tem um propósito para o justo.
Na grande obra de D’us, cada pessoa que é chamada a servir o Eterno, cumpre apenas uma pequena parte como cooperador.
O Messias consolidou a vitória final através do sucesso da sua missão.
No final a terra será uma morada para o Eterno e toda a má obra receberá a sua justa punição.
Obs.: No Reino de D’us há misericórdia, mas não impunidade.

1. Quando oramos ao Eterno, Ele sempre nos responde. Ele diz sim ou não. Às vezes o sim não trás um resultado de imediato no nosso mundo físico, mas se permanecermos numa atitude de confiança, aquilo que pedimos virá à existência. Existe um processo que envolve vários fatores, para que o sim dos céus venha à existência na terra como uma resposta de oração.
2. Para o tzadik (justo) até o não do Eterno tem um propósito benéfico para a sua vida.
3. O não do Eterno para Moisés era ao mesmo tempo um convite para o Seu Reino Celestial. Havia chegado a hora de Moisés se transferir deste mundo inferior para os Céus, mas ele queria de certa forma completar a sua obra levando os filhos de Israel a conquista da terra prometida.
4. Sem saber, pelo menos naquele momento, Moisés já havia completado a sua obra. Na verdade todas as pessoas que têm um chamado para servir o Eterno são apenas cooperadores. Cada cooperador cumpre uma certa missão, sem ter a noção exata de como isto afetará o curso da grande obra que o Eterno está fazendo na terra. O problema é que personalizamos a obra e achamos que podemos completá-la, sem nos darmos conta que como numa corrida de bastão, precisamos apenas terminar a nossa parte e entregar o bastão a alguém mais que continuará a grande obra do Eterno. Neste contexto cada pessoa que foi chamada vai fazendo a sua parte e em razão do sucesso da vinda do Mashiach, o Filho de Elohim, no final a obra do Eterno se plenificará trazendo a existência o Reino de D’us sobre a terra e a justiça sobre toda má obra. No Reino de D’us há misericórdia mas não impunidade, e assim mesmo o justo embora perdoado receber correção, mas o ímpio é condenado.

PRIMEIRA PARTE: Dois pontos fundamentais: O Decálogo e o Shemá. Deuteronômio 5:1 e 6:4,5

Esboço:
Repetição não é mera redundância, mas ênfase (Exemplos: Shabat e idolatria). Ler: Deut. 4:15-17 e 23,24.
O decálogo é repetido e o shemá é estabelecido, mas ordenado que seja repetido todos os dias. Ler: Deut. 5:6-19.
O Shemá é o selo da fé monoteísta e a garantia de uma doutrina genuinamente verdadeira. Ler: Deut. 6:4,5.
Yeshua confirmou o Shemá e estabeleceu o segundo maior mandamento que perdura até os dias atuas na opinião dos rabinos. Ler: Marcos 12:28-34.
Crêr no Eterno e ensinar filhos a seguir o Eterno é uma garantia de uma vida próspera e a segurança de não nos desviarmos quando prosperarmos. Ler: Deut.6:10-12

Toda repetição na Bíblia não é uma mera redundância, mas uma ênfase em alguns preceitos. Quando a repetição se refere a um preceito de caráter positivo, isto demonstra que o Eterno aprecia muito o cumprimento deste preceito, como é o caso por exemplo do Shabat. Quando a repetição se refere a um preceito de caráter negativo, isto mostra que estas transgressões são consideras abomináveis diante do Eterno, como no caso da idolatria. Ler: Deut. 4:15-17 e 23,24. (Torah)
O Eterno instrui Moisés para repetir o decálogo a fim de enfatizar os 10 preceitos que Ele considera muito importantes. Deut. 5:1
O Eterno estabelece o Shemá e embora instrui acerca disto uma vez, ordena que o Shemá seja repetido todos os dias, pelo menos três vezes ao dia. O Shemá é o selo da fé monoteísta e a garantia de que uma doutrina é genuinamente verdadeira. Deut. 6:4,5
Yeshua confirmou o Shemá e citou outro preceito da Torah como o segundo mandamento mais importante (amar o próximo como a si mesmo – Levítico 19:18. Marcos 12:28-34.
Confiar no Eterno e ensinar os filhos a seguir o Eterno é uma garantia de uma vida próspera e a segurança de não nos desviarmos quando prosperarmos. Vemos isto porque os versículos que falam sobre a prosperidade vem logo depois do Shemá, mas ao mesmo tempo há uma advertência sobre não se desviar do Eterno quando nos tornamos prósperos. Ler: Deut.6:10-12

SEGUNDA PARTE: Um chamado a obediência e a dependência da Misericórdia do Eterno.

A obediência e a dependência da misericórdia do Eterno precisam andar juntos e a nossa atitude de querer obedecer, e ao mesmo tempo reconhecer nossos erros quando falhamos, nos mantém nos caminhos do Eterno. E acima de tudo precisamos permanecer ligados ao Eterno cada dia alternando entre a obediência e o arrependimento, seguindo os Seus caminhos ou retornando aos Seus caminhos. Deut. 4:1,2 e 4
A misericórdia do Eterno é causa do nosso retorno a Ele. Nesta parashá há a profecia do retorno de Israel nos últimos dias. Deut. 4:27-31

 

 

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