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O livro: O Filho de Elohim de Marcos Andrade Abrão foi lançado no dia 13 de Maio e já está impactando a vida de muitas pessoas. Uma leitura imperdível!

O livro: "O Filho de Elohim" está repleto de revelações acerca de Yeshua, as quais trarão muito esclarecimento sobre o seu relacionamento com o Eterno e o sentido exato do propósito da sua primeira vinda e do seu retorno. São mais de 200 versículos que foram revisados, levando em consideração a tradução do Hebraico, Aramaico e do Grego. Uma leitura imperdível!

Judeus em Recife

Ao comemorar 472 anos, a cidade de Recife relembrou que boa parte de seu desenvolvimento, ao longo da história, se deveu ao povo judeu. A cidade recebeu a primeira leva desses imigrantes ainda no século XVI. Na época, a Inquisição forçou a saída dos judeus chamados sefarditas, que viviam na Península Ibérica. Eles vieram na condição de cristãos-novos, com suas identidades disfarçadas. Os judeus se integraram e transformaram a paisagem pernambucana. A primeira ponte construída no Recife e no Brasil, a Maurício de Nassau, teve como engenheiro um judeu, Baltazar da Fonseca. A Rua do Bom Jesus, no Recife Antigo, um dos pontos mais visitados pelos turistas, foi aberta também por judeus. A primeira sinagoga das Américas, a Kahal Zur Israel, fica no Recife. Eles também trouxeram costumes que se incorporaram ao cotidiano dos pernambucanos. Varrer a casa da porta para dentro, contar as estrelas e fazer faxina na sexta-feira, por exemplo, são alguns deles. O surgimento da primeira estrela marca o início de um novo dia pelo calendário judaico e por isso elas são contadas. Durante o governo de Nassau, judeus foram donos de mais de 30% dos engenhos de açúcar. O período em que Maurício de Nassau esteve no Recife (entre 1637 e 1644), quando aceitou o convite da Companhia das Índias Ocidentais para assumir o governo no Brasil, foi o mais significativo. Na indústria açucareira, 30% dos engenhos de Pernambuco chegaram a pertencer a judeus ou cristãos-novos. Nassau ofereceu empréstimos para a recuperação desses engenhos de açúcar e respeitou as diferenças crenças religiosas. Três séculos depois da primeira imigração, Pernambuco voltou a receber judeus. A partir de 1880, o Recife se tornou o porto de entrada para mais de 1,5 milhão de judeus que deixavam para trás suas casas na Romênia, Polônia e Rússia, fugindo da perseguição nazista na Europa Oriental.
Jovens judeus-brasileiros residentes em Recife.

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